sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Couscous marroquino com abobrinha e camarão.
domingo, 5 de janeiro de 2014
Pão dos Reis ou Rosca de Reis (receita da massa preparada em máquina de fazer pão).
domingo, 13 de outubro de 2013
Super Kit Kat.
A arte da doçaria e "chocolaterie" não são o meu forte, embora eu aprecie muito e admire o que os mestres são capazes de produzir. Mas, entre um curso e uma aula a mais, vou fazendo minhas experiências. Há algum tempo atrás vi um vídeo sobre como fazer uma barra gigante de Kit Kat, e achei interessante. Resolvi fazer uma releitura da receita, aplicando conceitos que aprendi e principalmente guiada pelo meu paladar. O resultado foi amplamente aprovado pela família e confesso que superou minhas expectativas. É claro que não é idêntico, mas lembra bem o original. Aqui em casa já percebemos e também ouvi vários cometários, observando que mesmo sob o rígido padrão e supervisão da Nestlé, o sabor da barra de Kit-Kat, tem diferenças expressivas, dependendo do país onde é fabricada.
Nossa receita é muito fácil de fazer e o segredo está na qualidade dos produtos empregados na confecção do doce.
Super Kit Kat.
Ingredientes:
500 gramas de chocolate ao leite (para facilitar usei 3 barras de chocolate Alpino de 170 g )
50 gramas de manteiga sem sal (temperatura ambiente)
140 gramas de biscoito tipo wafer sabor chocolate
2 colheres (sopa) cheias de creme de avelã ( utilizei Nutella)
Modo de fazer:
Primeiramente prepare o banho maria. Leve uma frigideira ao fogo com água.
Quando começar a formar bolinhas, iguais a cabeça de alfinete, desligue o fogo e coloque a penela com o chocolate para derreter.
Vá misturando devagar até derreter tudo.
É claro que esse trabalho pode ser feito no microondas, se preferir. Não vou me atrever a sugerir tempo nem potência, pois como muito bem disse a chocolatier Estela Withaker ( https://www.facebook.com/pages/Estela-Whitaker-Chocolatier/159864067442891), durante uma aula que assisti: : marido e forno cada um conhece o seu. Eu prefiro usar o método do banho-maria, pois tenho maior controle da temperatura do chocolate.
Tire a panelinha do banho-maria e junte a manteiga. Reaqueça a água, até o ponto das bolinhas. Desligue o fogo e recoloque a panelinha. Misture tudo muito bem, até obter um creme denso e liso.
Pegue uma forma para pão ou bolo inglês ( alumínio ou refratário).
Forre o fundo da forma com mais ou menos 1,5 cm de chocolate derretido. Espalhe e alise.
Disponha metade dos wafers, sobre o chocolate.
Espalhe o creme de avelã sobre os wafers. Coloque mais uma camada de wafers.
Ponha todo o restante de chocolate derretido sobre os wafers, inclusive nas laterais. Alise com as costas de uma colher, faca ou espatula. Se quiser pode fazer uns risquinhos, com um garfo, fica a seu critério.
Tampe a forma com filme plástico e leve à geladeira por pelo menos 1 hora.
Solte as laterais com uma faca aquecida em água quente ( seque bem antes de utilizar). Corte e leve à mesa em barras. A primeira sempre quebra, mas as demais ficam certinhas.
Vai agradar na certa!!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Capelletti in brodo
Os dias estão ficando mais ensolarados e quentes, mas as noites ainda estão frias. É a desculpa ideal para fazer uma bela e colorida sopa para o jantar. Adoro o Capelletti in Brodo. Um prato simples mas charmoso. Nada mais é que o capelletti, cozido em um bom caldo (brodo) que pode ser de carne, galinha ou mesmo de vegetais. É uma sopa que serve como prato único, por ser bem substanciosa. Há muitas variedades e cada família italiana tem a sua. A minha preferida é feita com caldo de carne, enriquecida de com vegetais, para torna-la mais nutritiva. Se preferir encorpar ainda mais a sopa, junte cubinhos de carne ou frango desfiado. Em nome da praticidade usei caldo de carne em pó. Prefiro não coar o caldo depois de cozinhar os legumes, mas se quiser uma aparência menos colorida, pode coa-lo antes de adicionar o capelletti. Fácil e rápida de fazer, difícil de resistir!!
Capelletti in Brodo.
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de manteiga
1 fio de azeite
1 cebola média picada em cubinhos pequenos
1 tomate (sem pele) picado
3 ramos (pequenos) de salsão bem picados
1/2 xícara (chá) de cebolinha picada
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
1 cenouta média picada em cubinhos
1 folha de louro
pimenta do reino
sal à gosto
1 litro de água
2 envelopes de caldo de carne
400 gramas de capelletti de carne
1/2 xícara de ervilhas frescas ou congeladas (opcional)
queijo parmesão ralado para polvilhar
Modo de fazer:
Junte todos os ingredientes.
Em uma panela, coloque a manteiga e o azeite. Leve ao fogo para aquecer. Junte a cebola bem picada. Deixe dourar e adicione o salsão, a cebolinha, a salsa, a cenoura, a folha de louro e a água. Se quiser adicione a carne ou frango. Misture bem e deixe começar a ferver.
Quando iniciar a fervura, junte o caldo de carne e a pimenta do reino. Misture bem e prove o sal. Deixe ferver por mais ou menos 20 minutos. Nesse momento você pode optar por coar o caldo. Eu preferi deixar assim, com a aparência mais rústica. Junte o capelletti e as ervilhas ( se gostar).
Deixe cozinhar mais 10/15 minutos, até que a massa fique bem macia. Sirva bem quentinha, acompanhada de queijo parmesão ralado.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Pesto Genovese ou Pesto com nozes e manjericão.
Rende 4 porções bem fartas.
Pesto Genovese
Ingredientes:
500 gramas de espaguete fino, grano duro (usei a marca Divella numero 8)
1/2 xícara (chá) de azeite extra virgem
1 xícara (chá) de nozes descascadas e picadas ou 4 colheres (sopa) cheias de pinolis
1 xícara (chá) de folhas e os talos mais tenros de manjericão
1 xícara (chá) de queijo pecorino ou parmesão ralado
2 dentes de alho picados
sal
Modo de fazer :
Separe os ingredientes.
Escalde as folhas de manjericão em água quente por 1 minuto. Passe em água fria.
Escorra imediatamente. Esse procedimento, tira o amargor residual do manjericão cru. Reserve.
Coloque o azeite, as nozes (ou os pinolis) e o alho no copo do liquidificador. Bata bem. Junte o manjericão e bata até que fique bem picado .
Por fim, adicione o queijo e bata para misturar. Se ficar uma pasta muito espessa, adicione uma ou duas colheres, da água do cozimento do espaguete, e torne a bater.
Prove e adicione sal a seu gosto.
Em uma panela, coloque o pesto e deixe aquecer ligeiramente. Junte o espaguete escorrido. Misture e sirva imediatamente.
Bom apetite!!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Salada Violeta com batatas Purple Idaho
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Feliz 2011 ...e Estrogonofe para o último dia de 2010!!!!
1/2 cebola média ralada
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Batatas serranas.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Um ovo frito com estilo!!!


http://www.doural.com.br/wok-boston-28cm-green-pan,product,4080400006,.aspx
Sou cliente fiel da Doural há muito tempo. É lá que encontro todos os meus sonhos de consumo em matéria de utensilios domésticos. Agora, conheci uma nova tentação que pode fazer toda a diferença no meu fogão. Na Wok Boston, até os ovos fritos com um feijãozinho preto se tornariam um prato gourmet....quanta diferença!
http://ow.ly/1ldOv
quinta-feira, 11 de março de 2010
Arroz e feijão, tão simples e tão bom!
Mas o cheirinho que havia na cozinha, no momento em que a foto foi feita, sim!
Há alguns dias atrás li um texto de Danusa Leão para a ultima edição da revista Claudia.
Era sobre cheiros que trazem lembranças. Me identifiquei no ato.
Quando ela conta suas lembranças de infância, ao chegar do colégio e sentir o cheirinho do almoço sendo preparado.
Lembrei-me imediatamente dos meus 7 anos, quando chegava do "grupo escolar".
Já no portão, podia sentir o aroma do que minha mãe estava preparando para o almoço. Então, me sentia em casa, segura e confortada. Adorava o cheirinho de feijão recém cozido e bifes ( embora eu gostasse mais do arroz que do feijão).
Mas, tinha vontade de dar meia volta e retornar correndo para a escola, quando minha mãe cozinhava dobradinha ou queimava o alho.
Ainda assim, era o cheiro de "lar", da acolhida familiar. Lembro bem que entre a escola e minha casa havia uma caminhada de mais ou menos 15 minutos, por uma rua longa e repleta de casas térreas com seus jardins de roseiras bem cuidadas.
A medida que ia passando, podia sentir o cheirinho do almoço que estava sendo preparado em cada casa. Uma delicia!
O feijão, soberano, impregnava o ar, acrescido de refogados, ovos ou bifes.
Por mais difícil que tivesse sido minha manhã na escola, até chegar em casa meu apetite estaria plenamente desperto.Hoje, das poucas vezes que caminho pela vizinhança na hora do almoço, quase não sinto cheiro de comida sendo preparada.
Muito menos de feijão cozido. Uma pena!
De uma forma geral, o mundo e as pessoas tanto se modernizaram, que perderam o sentido do que é realmente bom. Hábitos simples e sabores idem.
Combinação simples e perfeita, capaz de dar inveja ao mais inspirado dos "chefs". Hoje, resolvi homenagear o nosso velho arroz com feijão (mais ovo frito e salada). Minha casa ficou com cheirinho de infância, de casa da mãe.
Embora, no meu caso, minha família demorou um bocado para incorporar o arroz e feijão ao cardápio. Como imigrantes, minha mãe cozinhava o que havia aprendido em seu país, a comida de sua infância.
Aos poucos, através de conversas com as vizinhas e aprendendo com elas, começamos a almoçar arroz e feijão.
Primeiro, na versão de minha mãe: feijão cozido com batatas. Tempos depois, finalmente a versão nacional. É desse que eu me lembro!
sexta-feira, 5 de março de 2010
Pimenta diabólica.


Há algum tempo atras, postei um texto sobre meu "pocket garden", onde a parreira e um pé de pimenta convivem apertadissimos, lutando por um lugar ao sol. Bem, as uvas já foram colhidas e as pimentas vermelhas também. Usei muitas ao natural, mas a produção foi tão farta que resolvi fazer um molho ( bem concentrado ) para conserva-las. Já fiz esse molho muitas vezes, com pimentas que comprei no mercado, mas, confesso que nunca vi nada tão ardido na minha vida, como essa safra aqui do quintal. Para o meu marido, está ótimo, pois ele tem uma tolerancia altissima ao ardor das pimentas. Acostumou-se desde pequeno, aos temperos orientais, bem apimentados feitos pela minha sogra (originária da Indonésia). A pimenta vermelha que ela chamava lombok, era uma constante, misturada a alho, cebola, gengibre e leite de coco. Mas, o meu paladar, acostumado aos sabores galegos, é bem menos tolerante à pimenta.Gosto de molhos apimentados, mas de uma maneira sutil. Que não me levem ao desepero como estas de casa!
As pimentas são curtinhas e gordinhas, mas infernais. De qualquer forma, vou passar aqui a receita, que é saborosa. Mas cuidado com as pimentas pequenas, costumam ser as mais ardidas.
Molho de pimenta vermelha.
( rende 1 litro )
Ingredientes:
500 gramas de pimenta vermelha
250 ml de agua
250 ml de vinagre de maçã
100 ml de azeite
5 dentes de alho descascados
1 cebola pequena descascada e picada
1/2 colher (café) de aji-no-moto
2 colheres (sopa) de açucar
1 colher (sopa) de tomilho fresco
sal a gosto
Modo de fazer:
Leve tudo ao fogo e deixe ferver. Ao iniciar a fervura conte mais ou menos 6 minutos e desligue. Deixe no fogo, apenas o tempo suficiente para as pimentas amaciarem. Bata tudo no liquidificador até que o molho fique bem homogeneo. Não coe, pois o molho é bem espesso. Coloque em um garrafa devidamente esterelizada.
É saboroso, mas experimente com cautela.Deixe sempre um copo de agua por perto, para apagar o incendio.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Hoje é dia de pão integral na máquina de pão Britânia.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Alegria na cozinha!
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Minha fase atual na cozinha é a de pratos rápidos e gostosos. Estou aproveitando ao máximo a panificadora que já é uma das queridinhas d...
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