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domingo, 13 de outubro de 2013

Super Kit Kat.



A arte da doçaria e "chocolaterie" não são o meu forte, embora eu aprecie muito e admire o que os mestres são capazes de produzir. Mas, entre um curso e uma aula a mais, vou fazendo minhas experiências. Há algum tempo atrás vi um vídeo sobre como fazer uma barra gigante de Kit Kat, e achei interessante. Resolvi fazer uma releitura da receita, aplicando conceitos que aprendi e principalmente guiada pelo meu paladar. O resultado foi amplamente aprovado pela família e confesso que superou minhas expectativas. É claro que não é idêntico, mas lembra bem o original. Aqui em casa já percebemos e também ouvi vários cometários, observando que mesmo sob o rígido padrão e supervisão da Nestlé, o sabor da barra de Kit-Kat, tem diferenças expressivas, dependendo do país onde é fabricada.  
Nossa receita é muito fácil de fazer e o segredo está na qualidade dos produtos empregados na confecção do doce.

Super Kit Kat.

Ingredientes:
500 gramas de chocolate ao leite (para facilitar usei 3 barras de chocolate Alpino de 170 g )
50 gramas de manteiga sem sal (temperatura ambiente)
140 gramas  de biscoito tipo wafer sabor chocolate 
2 colheres (sopa) cheias de creme de avelã ( utilizei Nutella)

Modo de fazer:
Primeiramente prepare o banho maria. Leve uma frigideira ao fogo com água. 


Quando começar a formar bolinhas, iguais a cabeça de alfinete, desligue o fogo e coloque a penela com o chocolate para derreter. 



Vá misturando devagar até derreter tudo.

É claro que esse trabalho pode ser feito no microondas, se preferir. Não vou me atrever a sugerir tempo nem potência, pois como muito bem disse a chocolatier Estela Withaker ( https://www.facebook.com/pages/Estela-Whitaker-Chocolatier/159864067442891), durante uma aula que assisti: : marido e forno cada um conhece o seu. Eu prefiro usar o método do banho-maria, pois tenho maior controle da temperatura do chocolate.

Tire a panelinha do banho-maria e junte a manteiga. Reaqueça a água, até o ponto das bolinhas. Desligue o fogo e recoloque a panelinha. Misture tudo muito bem, até obter um creme denso e liso.

Pegue uma forma para pão ou bolo inglês ( alumínio ou refratário).
Forre o fundo da forma com mais ou menos 1,5 cm de chocolate derretido. Espalhe e alise.

Disponha metade dos wafers, sobre o chocolate.



Espalhe o creme de avelã sobre os wafers. Coloque mais uma camada de wafers. 



Ponha todo o restante de chocolate derretido sobre os wafers, inclusive nas laterais. Alise com as costas de uma colher, faca ou espatula. Se quiser pode fazer uns risquinhos, com um garfo, fica a seu critério.
Tampe a forma com filme plástico e leve à geladeira por pelo menos 1 hora.
Solte as laterais com uma faca aquecida em água quente ( seque bem antes de utilizar). Corte e leve à mesa em barras. A primeira sempre quebra, mas as demais ficam certinhas.
Vai agradar na certa!!


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Capelletti in brodo

Já é Primavera.
Os dias estão ficando mais ensolarados e quentes, mas as noites ainda estão frias. É a desculpa ideal para fazer uma bela e colorida sopa para o jantar. Adoro o Capelletti in Brodo. Um prato simples mas charmoso. Nada mais é que o capelletti, cozido em um bom caldo (brodo) que pode ser de carne, galinha ou mesmo de vegetais. É uma sopa que serve como prato único, por ser bem substanciosa. Há muitas variedades e cada família italiana tem a sua. A minha preferida é feita com caldo de carne, enriquecida de com vegetais, para torna-la mais nutritiva. Se preferir encorpar ainda mais a sopa, junte cubinhos de carne ou frango desfiado. Em nome da praticidade usei caldo de carne em pó. Prefiro não coar o caldo depois de cozinhar os legumes, mas se quiser uma aparência menos colorida, pode coa-lo antes de adicionar o capelletti.  Fácil e rápida de fazer, difícil de resistir!!

Capelletti in Brodo.
Ingredientes:
2 colheres (sopa) de manteiga
1 fio de azeite
1 cebola média picada em cubinhos pequenos
1 tomate (sem pele) picado
3 ramos (pequenos) de salsão bem picados
1/2 xícara (chá) de cebolinha picada
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
1 cenouta média picada em cubinhos
1 folha de louro
pimenta do reino
sal à gosto
1 litro de água
2 envelopes de caldo de carne
400 gramas de capelletti de carne
1/2 xícara de ervilhas frescas ou congeladas (opcional)
queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de fazer:

Junte todos os ingredientes.
Em uma panela, coloque a manteiga e o azeite. Leve ao fogo para aquecer. Junte a cebola bem picada. Deixe dourar e adicione o salsão, a cebolinha, a salsa, a cenoura, a folha de louro e a água. Se quiser adicione a carne ou frango. Misture bem e deixe começar a ferver.


Quando iniciar a fervura, junte o caldo de carne e a pimenta do reino. Misture bem e prove o sal. Deixe ferver por mais ou menos 20 minutos. Nesse momento você pode optar por coar o caldo. Eu preferi deixar assim, com a  aparência mais rústica. Junte o capelletti e as ervilhas ( se gostar).




 Deixe cozinhar mais 10/15 minutos, até que a massa fique bem macia. Sirva bem quentinha, acompanhada de queijo parmesão ralado.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Pesto Genovese ou Pesto com nozes e manjericão.

Pesto com nozes

Depois das festas, sempre há sobras de frutas secas. Aqui em casa as nozes, tâmaras e amêndoas são um clássico. Existem receitas deliciosas de doces, mas este ano preferi aproveitar as nozes para fazer um Pesto Genovese, principalmente porque, com as chuvas abundantes dos últimos dias, o pé de manjericão estava repleto de folhas graúdas e verdinhas, reinando absoluto no jardim. Como resistir?

Pesto com pinolis.

A receita original é feita com pinolis, mas as nozes são um substituto delicioso.

Pinolis

Fácil e  rápida de fazer, esta receita é um sucesso no jantar, acompanhada de um bom vinho.
Rende 4 porções bem fartas.

Pesto Genovese
Ingredientes:
500 gramas de espaguete fino, grano duro (usei a marca Divella numero 8)
1/2 xícara (chá) de azeite extra virgem
1 xícara (chá) de nozes descascadas e picadas ou 4 colheres (sopa) cheias de pinolis
1 xícara (chá) de folhas e os talos mais tenros de manjericão
1 xícara (chá) de queijo pecorino ou parmesão ralado
2 dentes de alho picados
sal

Modo de fazer :

Separe os ingredientes.

com nozes



com pinolis

Cozinhe o espaguete até o ponto "al dente". Escorra e reserve.
Escalde as folhas de manjericão em água quente por 1 minuto. Passe em água fria.
Escorra imediatamente. Esse procedimento, tira o amargor residual do manjericão cru. Reserve.
Coloque o azeite, as nozes (ou os pinolis) e o alho no copo do liquidificador. Bata bem. Junte o manjericão e bata até que fique bem picado .

Por fim, adicione o queijo e bata para misturar. Se ficar uma pasta muito espessa, adicione uma ou duas colheres, da água do cozimento do espaguete, e torne a bater.


Prove e adicione sal a seu gosto.

Em uma panela, coloque o pesto e deixe aquecer ligeiramente. Junte o espaguete escorrido. Misture e sirva imediatamente.
Bom apetite!!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Smoked haring...o defumador, a imensa saudade do opa Wilderom e de suas cavalinhas defumadas.


Ao ver o titulo e a foto que ilustra o post, qualquer um vai pensar que eu fiquei maluca. Ela fala de peixes e fotografa linguiças??!!
Calma, eu explico. Tudo começou em outubro. 
 
 Perdemos o vovô Wilderom, aos 86 anos, muito bem vividos. Ficamos muito tristes, e saudosos. E como é natural, relembramos de muita coisa que havíamos passado juntos.
 
Vovô Adriaan Wilderom, defumando cavalinhas no início dos anos 70.
 
 
 Meu marido cresceu acompanhando seu pai, de origem holandesa, o opa Wilderom ( foto acima), na tarefa de defumar peixes (vis, como ele dizia).
 
 Aprendeu o passo a passo e nunca mais esqueceu. A família mandara construir  uma casinha de defumar, nos fundos do sitio, para onde iam todo fim de semana. Quando me casei, aprendi a apreciar o sabor e aroma das cavalinhas recém defumadas.
 
 Pele dourada, rijas e um sabor inesquecível. Meu sogro continuou defumando peixes, por vários anos.Minhas meninas, aproveitaram muito bem essa iguaria, ao longo de sua infância, até que o avô, já cansado se desfez do sitio. Já não tínhamos mais o delicioso vis, mas a saudade de sentir aquele delicioso cheirinho outra vez, não nos abandonou.
 
 Meu marido sempre dizia, que ia construir um defumador e fazer os deliciosos peixinhos, como aprendera com o pai. Mas, até o momento não tínhamos nenhuma ideia de como e onde faze-lo.
No final de outubro, graças a um erro de calculo durante a reforma da casa, ficamos com uma grossa placa de ardósia de 0,75x0,75cm, sem utilidade alguma, atravessada no jardim. O que era um estorvo, tornou-se um projeto novo. Meu marido olhou para ela, e disse resoluto:
- Aí esta a tampa do meu defumador!!

Eu ri, mas ele estava sério e decidido. Rabiscou, mediu, arrastou meu vaso de jasmim, pisoteou o jardim e por fim chamou nosso pedreiro de sempre, o Josias. Apresentou seu projeto e o Josias, depois de pensar um pouco, pôs mãos à obra. Em um fim de semana, lá estava ele....o defumador. Erguido, rebocado e adornado por azulejos portugueses que minha filha trouxera de sua recente visita à Portugal. Portinhas encomendadas e colocadas, grelhas e ferros de sustentação para os defumados.Pintura à cal e... finalmente ficou pronto!


Eu logo vislumbrei no teto, um ótimo lugar para algumas orquídeas que estavam apertadas em um canto do nosso mini jardim. Só havia um problema: não era época de cavalinhas. Loucos para estrear o defumador, mas sem nosso precioso ingrediente, meu marido teve a ideia de defumar linguiças. Fresquíssimas, linguiças de pernil de porco, recém compradas no frigorífico da região. Elas foram nossas primeiras cobaias. Processo lento e o resultado delicioso.


Nossos gatos, postados, adorando o perfume que saia, juntamente com a fumaça daquela estranha casinha recém construída. 

O primeiro teste foi muito positivo...mas aguardamos ansiosamente a temporada de cavalinhas, sem falar em um inesquecível filé de salmão, pacientemente defumado e rapidamente devorado. Mas aí já é outra história!

O processo todo de defumação das cavalinhas que vieram logo depois, está descrito no post:
http://truehappynest.blogspot.com.br/2012/08/cavalinhas-defumadas.html


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Queijo Serra da Estrela...um manjar!!

Há mais ou menos 20 anos atras, degustei pela primeira vez o queijo Serra da Estrela. Um amigo nosso, voltou de viagem à Portugal, e nos presenteou com um queijo de sua amada terra. Minhas filhas eram ainda pequenas, mas eu ainda me  lembro bem, que elas estavam muito curiosas para provar o queijo que viera de tão longe. À noite, todos juntos, nos deliciamos com aquela iguaria. Foi uma paixão imediata. Todos adoraram, sem exceção!
Agora, minha filha Stella, já crescida e casada, foi passar as férias em Portugal. Lembrou-se do delicioso queijo e foi procura-lo. Conseguiu achar o legitimo queijo de ovelha da Serra da Estrela, através do prestativo Paulo Longo, que além de vende-lo, nos esinou, à forma mais adequada de consumir o queijo. Obtendo assim, o melhor de sua cremosidade e sabor. Aprendemos por exemplo, a acompanha-lo com pão de centeio, que refina o paladar. Para quem quiser conhecer mais sobre esse queijo artesanal, uma das jóias gastronomicas do velho Portugal, pode acessar a página :http://www.facebook.com/ProdutosSerradaEstrela
Se tiveram a oportunidade de provar, não deixem de faze-lo.Com certeza, vão se apaixonar, como nós,  pela deliciosa textura e sabor!.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Salada Violeta com batatas Purple Idaho

Parece uma salada de beterraba, mas não é. Trata-se de uma variedade de batatas, que eu não conhecia até esta semana quando fui ao mercado.
Havia duas opções: 
- a Klondike Medley que é uma mistura de batatinhas: a comum, a rosada e a arroxeada.
- a Klondike Petite é a "tal" batatinha misteriosa.A Purple Idaho de cor arroxeada.

 Ao abrir o saquinho, a primeira impressão, francamente, não é das melhores.Mas, a cor após o cozimento e o sabor me surpreenderam.

 Na foto acima elas estão cozidas e com casca. Na foto seguinte, cozidas e descascadas.


Embora na foto elas pareçam azuladas, ao vivo elas tem uma linda cor violeta, que a fotografa (eu) não teve a "expertise" necessária para captar . Uma pena! A cor é muito atraente e dá margem a uma série de idéias para pratos interessantes. Como eu não conhecia o sabor, preferi não arriscar e usei como guia, a receita que havia no verso do pacote, porém, adaptada ao queijo que eu tinha na geladeira. A sugestão pedia queijo tipo fetta e tempero à base de hortelã. Eu resolvi inovar e usei gorgonzola e desprezei as folhas de hortelã.
O resultado é a foto que abre o post. Uma salada leve, de sabor muito delicado e nada adocicado, como eu imaginava que fosse. O queijo combinou perfeitamente com o sabor e o colorido. Para quem encontrou as batatinhas e quer experimentar, aqui fica a sugestão.
Salada Violeta
Ingredientes:
680 gramas de batatinhas Purple Idaho
1 xícara (chá) de ervilhas (usei congeladas, levemente aferventadas )
1 xícara (chá) de queijo tipo gorgonzola picado em cubinhos
4 colheres (sopa) de vinagre balsamico
2 colheres (sopa) de azeite extra virgem
sal
pimenta do reino

Modo de fazer:
Lave bem as batatinhas. Mantenha a casca e leve para cozinhar em àgua (suficiente para cobrir)  e um pouco de sal. Deixe cozinhar em  fogo médio por mais ou menos 15-20 minutos, até que fiquem macias porém firmes. Escorra, deixe esfriar e descasque. Pique em metades e coloque em uma saladeira. Junte o vinagre, o sal e a pimenta. Misture. Adicione o azeite e misture novamente. Junte as ervilhas e espalhe os cubos de queijo gorgonzola.
Surpreenda-se com o colorido elegante e aproveite o sabor delicado. Bom apetite!! 

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Da globalização de sabores: king crab, vinho verde e pastéis de nata.


A palavra globalização esta na moda. Parece moderna, mas não é. Seu fundamento esta sólidamente fincado no Império Romano, que sabia como ninguem tirar partido do que e onde era vantajoso produzir cada item "essencial" para o bem viver. Atualmente, há quem jure que a raiz de todos os nossos problemas é a tal globalização, mas, quando contemplo as prateleiras e freezers do supermercado só consigo ver o lado bom. O king crab por exemplo, só era visto no Discovery Channel em "Pesca Mortal" ou em restaurantes caríssimos que anunciavam a época do king crab para poucos felizardos. Agora encontramos maravilhas do mundo todo no supermercado do bairro e com preços acessíveis à todos os mortais. É verdade que em parte, isso deve-se mais à crise que se abateu sobre Estados Unidos e Europa e reduziu drasticamente o consumo por lá. Graças a esse evento, este ano podemos nos esbaldar com frutas divinas, à preços camaradas. Até nosso maracuja, encalhou e hoje encontramos frutos tipo exportação, a preço de banana (coisa rara nos ultimos anos). Enquanto dura, vamos nos deliciar com queijos, vinhos, frutas, geléias, king crabs, pasteizinhos de nata e todas as delicias deste mundo tão vasto e ao mesmo tempo tão pequeno!!!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Batatas serranas.


Dias frios pedem pratos mais substanciosos, mas nem por isso eles precisam ser mais complicados de preparar. Este é super simples. Prato de campones faminto. Nem omelete nem "tortilla". Delicioso para servir quentinho acompanhado de um belo copo de vinho tinto. É um prato farto, para a familia. Rende quatro generosas porções.

Batatas Serranas

Ingredientes:
1 kg de batatas descascadas e cortados no sentido do comprimento ( mais ou menos 1,5 cm de espessura)
sal
3 colheres (sopa) de azeite
1 colher (chá) de paprika picante
4 ovos inteiros
1/2 xícara (chá) de leite
50 gramas de queijo parmesão ralado
200 gramas de mussarela fatiada ou ralada em ralo grosso

Modo de fazer:
Cozinhe as batatas cortadas, em água e sal. Quando estiverem macias, porém bem firmes (mais ou menos 20 minutos em fogo médio), desligue o fogo e escorra. Unte uma forma com uma colher de azeite. Espalhe as batatas com cuidado, evitando que quebrem. Polvilhe com a paprika. Bata os ovos juntamente com o queijo parmesão e o leite. Espalhe sobre as batatas. Cubra com a mussarela.Regue com o azeite restante. Leve ao forno por mais ou menos 30 minutos, ou até que os ovos batidos fiquem firmes e queijo fique bem tostado.
Esta receita pode ser adaptada, dependendo da pressa e dos ingredientes disponíveis, substituindo as batatas por fatias de pão amanhecido, macarrão cozido, inhame(cozido) ou cará (cozido).Versátil e sempre gostosa. Bom apetite.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O doce mel do Maple Syrup.


Sempre tive muita curiosidade de conhecer o sabor do Maple Syrup ou xarope de bordo. Quantas vezes já não vi filmes, em que os personagens tomavam um delicioso café da manhã, com grossas panquecas e o xarope do maple, derramado fartamente. As poucas vezes que encontrei o produto aqui no Brasil, ficava meio desanimada pelo preço, e pelas embalagens muito grandes. Eu me perguntava: e se ninguém gostar? O que vou fazer com tudo isso?
Minha filha foi recentemente ao Canadá, e trouxe em sua mala uma bela embalagem de Maple Syrup original para mim. Grata surpresa!
Primeiro, experimentamos no pão fresco. Não funcionou muito bem. Nos waffles ficou muito melhor, mas em um pão de ló simples, ficou muito bom! Assim, foi experimentado por mais de dez pessoas e aprovado com louvor por todos. A combinação ficou muito delicada. Hoje conheci outra aplicação para o xarope de bordo.Ele pode ser utilizado como base para calda, em uma receita muito bonita e aparentemente deliciosa, que com certeza vou experimentar: Tatin de Pera. O video original em ingles é do New York Times:
http://video.nytimes.com/video/2009/11/09/dining/1247465443354/pear-upside-down-cake.html?ref=dining

Mas, no Estadão esta disponível em versão dublada (portugues) no link:
http://tv.estadao.com.br/videos,TATIN-DE-PERA,77802,49,0.htm
Acho que vale a pena tentar. Por enquanto deixo aqui a foto do pão de ló regado com Maple Syrup. Se tiverem curiosidade de experimentar, não hesitem, vale a pena!
Bom apetite.

Risoto de lulas passo a passo.